quarta-feira, 28 de novembro de 2007

P

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor, português, pintava portas,


paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar


panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder


progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu


para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.


Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém


posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido,porém


personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para


papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.


Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.


Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos,


preferindo pintá-los parcialmente,pois perigosas pedras pareciam


precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas


picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas


perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes


potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos,


procurando pontos pitorescos, pois,





para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos,


perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações


passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas


previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares,


principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo


previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque


pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.


-Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.


-Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.


Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio


partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois


precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando


pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai.


Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o


pelo pescoço proferiu:


- Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.


Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?


- Papai, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém,


preferindo,poderei procurar profissão própria para poder provar


perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo


pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu


prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão


perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem


prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém,


passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela


picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo


Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou


Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras


proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles


profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras,


porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar


pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios.


Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes


pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando... Permita-me, pois, pedir


perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar


preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.

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